A Natureza Missionária de Deus

Olá pessoal, tudo bem? Hoje é final da semana e vamos começar, a partir desse trimestre, a fazermos uma revisão da nossa lição da Escola Sabatina. Você deve se perguntar como vai funcionar não é? Será simples, eu vou escrever aqui mesmo o que eu achei de mais importante da lição. As partes que ficarão em negrito, ou destaque, serão meus comentários a respeito do tema. Certo?

A capa da lição desse trimestre é essa abaixo:

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Vamos começar logo se não vai ficar muito extenso esse resumo.

Lição 1

Não fomos deixados sozinhos, abandonados na expansão infinita de um Universo frio e aparentemente indiferente, para nos arranjarmos como pudéssemos. Jamais conseguiríamos fazer isso; as forças arregimentadas contra nós são muito superiores. É por isso que, antes do início do mundo, Deus formulou o plano da salvação, afim de fazer por nós o que jamais poderíamos fazer por nós mesmos.

A missão é a grande história da interação de Deus com os seres humanos. Nosso Deus é o Deus que procura nos alcançar. Ao longo dos milênios, Ele tem buscado incansavelmente um relacionamento com os seres que criou. Assim como Deus enviou Jesus ao mundo como Seu supremo “agente missionário”, Cristo deu a Seus seguidores uma tarefa missionária importantíssima: tomar a glória de Deus conhecida por meio de palavras e atos. Como estamos respondendo ao chamado de Deus para a missão?

Deus criou o homem e a mulher. E é somente sabendo de onde viemos é que podemos começar a saber quem somos, por que existimos, como devemos viver, e, no fim, para onde vamos.

Deus poderia ter criado os seres humanos de forma que cumprissem automaticamente Sua vontade. Essa é a maneira pela qual foram criadas as outras coisas, como a luz, o Sol, a Lua e as estrelas. Elas obedecem a Deus sem nenhum elemento de escolha; cumprem a vontade de Deus automaticamente, por meio de leis naturais que guiam suas ações.

Mas a criação do homem e da mulher foi especial. Deus os criou para Si. Desejava que eles fizessem suas próprias escolhas e que escolhessem adorá-lo voluntariamente, em vez de serem forçados a fazê-lo. Do contrário não poderiam amá-Lo, porque o amor, para ser verdadeiro, precisa ser dado livremente.

Portanto, o livre-arbítrio significa:

Para a religião: O Deus onipotente não dirige a vontade e as escolhas individuais de maneira unilateral.

Para a ética: Os indivíduos serão considerados moralmente responsáveis por seus atos.

Para a ciência: Os atos do corpo e do cérebro não são inteiramente determinados pela lei da causa e do efeito. As leis físicas estão envolvidas em nossos atos, mas o livre-arbítrio significa que temos escolha om respeito a eles, especialmente quanto aos atos morais.

Comer um pequeno fruto não era um ato pecaminoso. Contudo, temos que considerar as circunstâncias em que esse ato ocorreu. Adão e Eva eram criaturas com livre-arbítrio, feitas por Deus à Sua imagem. Isso incluía a liberdade – mas também o dever – de obedecer à vontade de Deus, Eles comeram do fruto, não por rigorosa necessidade, mas por escolha. Foi um ato de livre-arbítrio por parte de dão e Eva, em desafio às instruções claras e específicas de Deus.

Semelhantemente, podemos escolher por nós mesmos se seguiremos ou não a Deus, e se nos submeteremos ou não à Sua Palavra. Deus não força ninguém a crer em Sua Palavra. Nunca nos forçará a Lhe obedecer, e não pode forçar-nos a amá-lo. Ele permite que cada um de nós escolha por si mesmo que caminho seguirá. Mas, no fim, precisamos estar preparados para arcar com as consequências de nossas escolhas.

Ao comer do fruto, Adão e Eva, em realidade, disseram a Deus que Ele não era o governante perfeito. Sua soberania foi desafiada. Eles se demonstraram desobedientes e, como resultado, trouxeram o pecado e a morte para a humanidade.

A Bíblia nos mostra que, depois da queda de nossos primeiros pais, Deus foi procurá-los, e não eles a Deus. Ao contrário, o homem e a mulher tentaram se esconder da presença do Senhor. Essa é uma poderosa metáfora que retrata a condição de grande parte da humanidade caída: fogem dAquele que vai procurá-los, do Único que poderia salvá-los! Adão e Eva fizeram isso no Éden e, a menos que as pessoas se rendam à atração do Espírito Santo, farão a mesma coisa hoje em dia.

“Deus tornou pecado por nós Aquele que não tinha pecado” (Nova Versão Internacional – NVI). Isso foi necessário “para que nEle nos tornássemos justiça de Deus” (NVI). Essa ideia tem sido chamada de “a grande troca”: O ato de Jesus assumir nossos pecados e sofrer como pecador para que nós, embora pecadores, sejamos considerados tão justos diante de Deus como o próprio Jesus.

Missão é a iniciativa divina para salvar a humanidade perdida. A missão salvadora de Deus é motivada por Seu amor para com cada um de nós. Não há razão que possa ser mais profunda. Deus enviou Cristo com a missão de trazer salvação para o mundo todo. Somente o evangelho de João contém mais de 40 declarações sobre a dimensão cósmica da missão de Jesus (ver, por exemplo, João 3:17; 12:47). Assim como Cristo foi enviado pelo Pai para salvar o mundo, Ele, por Sua vez, nos envia como discípulos Seus, com as palavras: “Assim como o Pai Me enviou, Eu também vos envio” (Jo 20:21).

Bom pessoal, por hoje foi isso. Espero que tenham gostado e compartilhe para que mais pessoas possam aprender desse tema.

Beijos meniin@s e até mais!!!

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